Hoje, um dos assuntos de descontração, ou seja, fofoca, veio o assunto de afinidade entre pessoas. Durante nossa existência nesta vida, conhecemos um montão de pessoas. São pessoas que cruzam nossos caminhos e que por vezes ficam mais tempo do que outras. E nesse vai e vem, a afinidade é algo espontâneamente acionado com um simples olhar. A famosa frase: "A 1ª impressão é a que conta", é isso. Você bate o olho e já sente se simpatizou ou não com ela. Mulher tem muito dessas coisas. Bate o olho, ergue a sobrancelha e no pensamento já está a pergunta... "olha só o tipo desse ou dessa!"... "nossa! como fulano é super bacana!!" ... "hiii! essazinha aí, vai dar trabalho, olha o estilozinho da fulana!" ... e por aí vai, né? Mas quando nasce uma afinidade boa, é amizade na certa, ou algo mais, dependendo dos sexos. Claro que nem sempre a tal 1ª impressão está certa, e só com o convívio (por vezes forçado), revela o contrário, e aí você tem que dar o braço a torcer e concordar que a(o) fulana(o) não é tão antipática(o) como pareceu. A afinidade é a responsável pelo nosso circulo de amizades. Ou gostamos, ou não gostamos. Simples. E com isso, pessoas entram em nossas vidas. Umas ficam para sempre, outras um pouco menos e outras só entram para nos ensinar algo, como por exemplo: paciência (respire até 10, senão acerte bem no nariz)... obediência (sim, senhor! não, senhor!)... bondade, caridade, se doar... enfim, aprendemos a nos conhecer melhor, tanto com aqueles que gostamos logo de caras ou não. Tenho poucos amigos - tipo brother / sister - mas são verdadeiros, e é isso que vale. Qualidade e não quantidade. Tenho outros amigos - tipo colega / parceiro de bar / cinema - mas que também são de se preservar. E os conhecidos - tipo passageiros - vemos vez ou outra. Áh! E para mim, amigo brother/sister, não precisa necessariamente ficar se falando o tempo todo. Tenho amigas que fico meses sem falar ou ver, mas quando uma entra em contato com a outra, é como se tivéssemos nos visto um dia antes. Isso é afinidade. E descobri que a afinidade também existe dentro da família. Não família, pai, mãe, filhos, etc.. mas os parentes. Falo isso porque descobri não faz muito tempo, que sempre tive afinidade com um primo meu. E olha que fazia um tempão que não nos falavamos. Lembro que ele era muito sorridente, alegre. Alíás, ele veio ao mundo para completar a alegria de meus tios (seus pais). Minha afinidade por ele nasceu em 1º de junho de um ano qualquer do passado. Quando penso em outros dois primos (irmãos) que fizeram parte de um pedaço da minha infância, sinto que a nossa afinidade também foi espontânea. Saudades de vocês três: T, X e C. E é isso que esse sentimento "mágico" faz com as pessoas... cruza, junta, afasta e deixa alívio ou saudade.
"Deveria existir uma pitada de diletantismo na crítica. Pois o diletante é um entusiasta que ainda não se acomodou e não está preso aos hábitos." - J. Atkinson
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Afinidades
Hoje, um dos assuntos de descontração, ou seja, fofoca, veio o assunto de afinidade entre pessoas. Durante nossa existência nesta vida, conhecemos um montão de pessoas. São pessoas que cruzam nossos caminhos e que por vezes ficam mais tempo do que outras. E nesse vai e vem, a afinidade é algo espontâneamente acionado com um simples olhar. A famosa frase: "A 1ª impressão é a que conta", é isso. Você bate o olho e já sente se simpatizou ou não com ela. Mulher tem muito dessas coisas. Bate o olho, ergue a sobrancelha e no pensamento já está a pergunta... "olha só o tipo desse ou dessa!"... "nossa! como fulano é super bacana!!" ... "hiii! essazinha aí, vai dar trabalho, olha o estilozinho da fulana!" ... e por aí vai, né? Mas quando nasce uma afinidade boa, é amizade na certa, ou algo mais, dependendo dos sexos. Claro que nem sempre a tal 1ª impressão está certa, e só com o convívio (por vezes forçado), revela o contrário, e aí você tem que dar o braço a torcer e concordar que a(o) fulana(o) não é tão antipática(o) como pareceu. A afinidade é a responsável pelo nosso circulo de amizades. Ou gostamos, ou não gostamos. Simples. E com isso, pessoas entram em nossas vidas. Umas ficam para sempre, outras um pouco menos e outras só entram para nos ensinar algo, como por exemplo: paciência (respire até 10, senão acerte bem no nariz)... obediência (sim, senhor! não, senhor!)... bondade, caridade, se doar... enfim, aprendemos a nos conhecer melhor, tanto com aqueles que gostamos logo de caras ou não. Tenho poucos amigos - tipo brother / sister - mas são verdadeiros, e é isso que vale. Qualidade e não quantidade. Tenho outros amigos - tipo colega / parceiro de bar / cinema - mas que também são de se preservar. E os conhecidos - tipo passageiros - vemos vez ou outra. Áh! E para mim, amigo brother/sister, não precisa necessariamente ficar se falando o tempo todo. Tenho amigas que fico meses sem falar ou ver, mas quando uma entra em contato com a outra, é como se tivéssemos nos visto um dia antes. Isso é afinidade. E descobri que a afinidade também existe dentro da família. Não família, pai, mãe, filhos, etc.. mas os parentes. Falo isso porque descobri não faz muito tempo, que sempre tive afinidade com um primo meu. E olha que fazia um tempão que não nos falavamos. Lembro que ele era muito sorridente, alegre. Alíás, ele veio ao mundo para completar a alegria de meus tios (seus pais). Minha afinidade por ele nasceu em 1º de junho de um ano qualquer do passado. Quando penso em outros dois primos (irmãos) que fizeram parte de um pedaço da minha infância, sinto que a nossa afinidade também foi espontânea. Saudades de vocês três: T, X e C. E é isso que esse sentimento "mágico" faz com as pessoas... cruza, junta, afasta e deixa alívio ou saudade.
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