Gente, acabei de abrir meu orkut e adivinha quem estava lá ... a Claudinha Leite! Isso mesmo, ela. Add na hora, claro. Não é todos os dias que recebo uma visita ilustre dessas, assim no meu 'kut. Sem desmerecer todos os que add até hoje, pois considero muito cada um, tá? Puxa, que bacana. Só espero que não tenha sido meramente um engano... snif.
Beijo pra você e toda a tua familia Claudinha.
"Deveria existir uma pitada de diletantismo na crítica. Pois o diletante é um entusiasta que ainda não se acomodou e não está preso aos hábitos." - J. Atkinson
terça-feira, 27 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
1ª Seguidora!!!
Quero aproveitar este espaço, para dizer o seguinte:
- 'Brigadinha amiga, por você ser a minha 1ª e única seguidora que teve a coragem de aparecer! Você não sabe como isso foi e é importante para mim. Moramos na mesma cidade, só que em bairros diferentes, mas meu carinho e amor por tua pessoa e linda família, continua dentro de mim.
A Jôse é uma das pouquíssimas pessoas que eu tenho a honra de chamar de Amiga, com "A" maíusculo. Gente, o que ela "batalhou" para conquistar minha amizade, não foi fácil. Práticamente dois anos!! Né amiga? rsrs
Eu era um bicho assustado, que não conseguia confiar em ninguém, por conta de uns traumas pós divorcio, e durante dois anos, ela sempre aparecia na área comum do nosso condomínio - éramos vizinhas de porta a porta - e me cumprimentava. Eu, claro, respondia e logo tratava de dar um jeito de entrar, com medo de que o "oi" se estendesse para um papo mais longo. Como fui bicho do mato. Se eu soubesse que essa pessoinha - ela é mais baixa que eu (rsrs) - era tão bacana, nossa amizade já não seria somente de dez anos...
Minha querida amiga, que não vejo faz um tempão, obrigada por fazer parte da minha vida. Te amo e te adoro pra caramba guria. Mais uma vez você foi a primeira em minha vida. Minha 1ª Amiga de verdade aqui no Brasil e agora minha 1ª Seguidora oficial no meu blog.
Beijo pra você, para o Gilson, Lara e Gi.
- 'Brigadinha amiga, por você ser a minha 1ª e única seguidora que teve a coragem de aparecer! Você não sabe como isso foi e é importante para mim. Moramos na mesma cidade, só que em bairros diferentes, mas meu carinho e amor por tua pessoa e linda família, continua dentro de mim.
A Jôse é uma das pouquíssimas pessoas que eu tenho a honra de chamar de Amiga, com "A" maíusculo. Gente, o que ela "batalhou" para conquistar minha amizade, não foi fácil. Práticamente dois anos!! Né amiga? rsrs
Eu era um bicho assustado, que não conseguia confiar em ninguém, por conta de uns traumas pós divorcio, e durante dois anos, ela sempre aparecia na área comum do nosso condomínio - éramos vizinhas de porta a porta - e me cumprimentava. Eu, claro, respondia e logo tratava de dar um jeito de entrar, com medo de que o "oi" se estendesse para um papo mais longo. Como fui bicho do mato. Se eu soubesse que essa pessoinha - ela é mais baixa que eu (rsrs) - era tão bacana, nossa amizade já não seria somente de dez anos...
Minha querida amiga, que não vejo faz um tempão, obrigada por fazer parte da minha vida. Te amo e te adoro pra caramba guria. Mais uma vez você foi a primeira em minha vida. Minha 1ª Amiga de verdade aqui no Brasil e agora minha 1ª Seguidora oficial no meu blog.
Beijo pra você, para o Gilson, Lara e Gi.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
O Tempo passou e me formei em Solidão
Ao receber este texto, lembrei dos tempos de criança, quando visitava minha querida vôzinha, lá no interior de Portugal ... e era mais ou menos assim, só que em quantidade - pessoas - reduzida.
"Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite. Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
- Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
- Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro ... casa singela e acolhedora. A nossa também era assim. Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha - geralmente uma das filhas - e dizia:
- Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
"Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite. Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
- Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
- Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro ... casa singela e acolhedora. A nossa também era assim. Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha - geralmente uma das filhas - e dizia:
- Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Sabe aquela expressão...
... isso é só no começo. Depois que casa ou depois de uns anos, esse amor, essa atenção, acaba, viu? E não é que é verdade. Tenho constatado isso dia após dia e vai fazer um ano e meio, que não escuto mais: Te amo. Te adoro. Não sabia a falta que isso fazia, mas tenho necessidade de escutar essas palavras, bem como me sentir desejada, querida, mulher. Acho que a maioria das mulheres pensa igual. Sei que não sou fácil, tenho noção dos meus defeitos, mas tenho coinsciência das minhas qualidades também. Depois do meu divorcio, fiquei uns doze anos sózinha, só vivendo para os meus filhos e não sei mais se fiz o correto, pois agora tenhos dois guris que se acham adultos e donos de seus narizes... fazer o quê. Me arrependo de não ter vivido mais nesses doze anos. Quem sabe eu não sentiria esse vazio que volta e meia me assombra o coração. Me pergunto inúmeras vezes, se sou feliz. Não sei responder e isso me deixa bem mal. Semana passada, recebi um email... nada demais, mas eu tinha que repassar as pessoas que mais gostava. Então... assim que terminei de ler, a 1ª pessoa que pensei foi ele, meu namorido, dizendo que apesar de tudo, eu ainda o amava. Sabe o que recebi de volta? "Li os teus emails", só isso. sexta-feira, 9 de abril de 2010
Quero esquecer esta semana!
Esquecer mesmo. Tirando o stress que normalmente acontece nesta época de pré-eleição, onde todos - num órgão público - ficam na expectativa de quem vai substituir quem, tive o desprazer de passar por uma situação que até o momento, nunca passei. Ser acusada por uma pessoa, que segundo julgava, ser minha amiga de uns 14 anos. Foi uma baita decepção. Sobre uma fofoca infeliz, deu ouvidos e veio me cobrar de algo que, JURO, nem em sonhos me dei ou dou ao trabalho de fazer, falar mal de alguém que fez algo a uma outra pessoa. Já tenho tantas coisas com que me preocupar, porque perder meu tempo com fofocas !! Mas vou querer saber quem foi o(a) infeliz que andou fazendo fofocas usando o meu nome. Sabe o que me magou?
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Páscoa, você sabia que...
As origens do termo
A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem. Entre as civilizações antigas
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
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