Achei interessante e, respeitando o sigilo ...
Apesar de estarmos sob o mesmo teto, nossos corpos estão longe um do outro. Uma parede (física) nos separa, assim como outra invisível. Quando é que essa parede surgiu? Ao longo do nosso convívio? As diferenças entre nós, o dia a dia, a rotina, a personalidade de cada um? É isso? Sinto que sim. Doeu quando sugeri um tempo para pensar sobre o que você sentia, o que queria, o que esperava e você nada fez ou comentou. Doeu escutar o seu silêncio quando mencionei que já não sentia mais o seu amor por mim. Doeu sentir essa parede (física) entre nós. Ontem, antes de dormir, ou quando acordava entre um cochilo e outro, pedi a Deus que não fizesse você sentir raiva de mim, ou se afastasse mais ainda, mas sim que descobrisse o que você realmente quer, dentro desse tempo. Nada se sustenta quando só um sente. Nada se cura quando um só dói. Diferenças sempre haverão. Contratempos também. Mas acredito que, se o sentimento for verdadeiro e forte, tudo se resolve. Sem querer mal ao outro. E sem deixar que problemas rotineiros do dia a dia, envolvendo outras pessoas ou a nós mesmos, nos separem. Afinal, somos adultos não somos? Sabe, ainda aposto na nossa felicidade juntos. Envelhecendo juntos. Mas, se o destino através dos seus atos (você), decidir que o melhor é terminar enquanto houver carinho entre nós, respeitarei, apesar da dor.
Beijo,
CV”
... tem momentos que tenho vontade de ter uma daquelas varinhas mágicas - aquela dos contos de fada - e com um simples “plim!” resolver um bocado de problemas, dores físicas e espirituais de todos nós. O mundo seria mais colorido e oxigenado.

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